quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

COMPREENDENDO A SEXUALIDADE


Marina S. R. Almeida
Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga, Pedagoga e Psicopedagoga
INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
(13) 34663504 (13) 30191443
R. Jacob Emmerich, 365 sala 13 - Centro-São Vicente-SP
CEP 11310-071

A maior parte das pessoas, ao pensar na palavra “sexualidade”, logo se remete ao ato sexual em si e aos aspectos da reprodução. Enquanto o sexo se restringe aos aspectos físicos e biológicos, a sexualidade vai muito além disso. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), "a sexualidade humana forma parte integral da personalidade de cada um. É uma necessidade básica e um aspecto do ser humano que não pode ser separado de outros aspectos da vida. A sexualidade não é sinônimo de coito e não se limita à presença ou não do orgasmo”.
Ela abrange a identidade sexual (masculina e feminina), a percepção do prazer, os afetos, a autoestima, a anatomia, as alterações físicas e psicológicas ao longo da vida, a saúde sexual, entre diversas questões. Poderíamos resumir a sexualidade na seguinte definição: é a maneira de cada indivíduo se descobrir e descobrir os outros.
Atualmente, entende-se a sexualidade como uma experiência individual, que deveria ser encarada e respeitada como um processo pessoal e natural. É claro que os comportamentos e a percepção da sexualidade acabam sendo influenciados pelo contexto sociocultural e histórico. Fatores como crenças, valores, moral, religião e imposição de papéis sexuais tendem a moldar a relação entre a pessoa e a sua própria sexualidade.
Não raras vezes, o peso das imposições externas levam a conflitos internos, crises de identidade, angústia e julgamento social. E é aí que entram os preconceitos em relação ao que é diferente do que sempre estabeleceu-se como padrão. As manifestações de intolerância - desde as “brincadeiras” do dia a dia até os casos mais graves de violência e de atos criminosos - são sintomas infelizes dos nossos tempos atuais, em que se procura buscar um discurso de respeito e boa convivência em relação à diversidade sexual, mas que esbarra numa difícil convivência entre as várias ideias e convicções a respeito dessa característica tão humana e natural que existe desde que o mundo é mundo.
O começo de tudo: a sexualidade e a infância
A sexualidade se desenvolve de forma diferente em cada fase de nossas vidas, fazendo-se presente desde os primeiros dias dos bebês. À medida em que crescemos, vamos descobrindo as diferenças entre meninos e meninas, não só as físicas, mas também as culturais e comportamentais. Estas últimas são apreendidas através do nosso convívio em sociedade e do que nos é transmitido através da educação. Esses traços culturais e comportamentais são chamados pelos estudiosos das ciências sociais de “relações de gênero”, que veremos melhor a seguir.
A descoberta do prazer e das sensações prazerosas (não confundir com erotismo); da capacidade de se relacionar afetivamente; da identidade sexual; da conscientização do próprio corpo; o desenvolvimento da autoestima; a conscientização dos limites e das normas sociais; o respeito, enfim... são elementos que têm início na infância e vão construindo a base da nossa sexualidade e da forma com que nos relacionamos com os outros.
Por volta dos 2 anos, a criança percebe se é do sexo feminino ou masculino e o significado disso na sociedade. “Menino é mais levado e é mais forte”. “Menina é mais calma e delicada”. É claro que esses papéis e rótulos são apreendidos através da relação com os pais, com as pessoas mais próximas e com a mídia que cerca a todos nós. Educadores alertam que é importante, nesse momento de aprendizado, ter cuidado em apresentar as diferenças, ensinando a respeitá-las, mas não reforçando clichês do tipo “menina tem que ser passiva” e “menino tem que ser destemido”.
Perguntas difíceis de responder - como a clássica “de onde vêm os bebês”- e atitudes constrangedoras para os adultos - como manipular os genitais em público-, devem ser encaradas de forma precisa, mas sem recriminações ou culpas.
No primeiro caso, é importante responder exatamente o que a criança está perguntando, sem antecipar dúvidas. Dizer que os bebês simplesmente vêm do hospital, ou que as cegonhas os trazem ou, ainda, que brotam do repolho, definitivamente não são as melhores respostas. Uma boa saída é dizer logo que eles vêm da barriga da mãe, sem dizer exatamente como entram ou saem dela. Aos poucos, conforme vão crescendo ou tendo novas inquietações, as informações podem ir ganhando complementos. No segundo caso, antes dos pais ou professores ficarem escandalizados, é preciso entender que essa manipulação é uma forma natural de descobrir o próprio corpo e os mecanismos do prazer. Porém, é de responsabilidade de quem educa deixar claros os limites da cultura em que estamos inseridos. Deve-se explicar a diferença do que pode ser feito sozinho no espaço privado e o que não se pode fazer no espaço público. Entenda-se que o problema não é o que se faz, mas onde se faz.
O sexo é parte da vida das pessoas (aliás, uma parte importante e muito boa) e é por essa razão que a escola e a família devem ajudar a construir nos pequenos uma visão sem mitos nem preconceitos. A orientação sexual deve ser feita sempre com afeto.
O constrangimento dos pais em tratar do assunto aumenta a falta de informação dos jovens e faz com que a escola se torne o principal espaço de educação sexual (vale lembrar que a orientação sexual é um dos temas transversais previstos nos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN).
Na escola
As aulas sobre sexualidade são marcantes para os jovens, pois nelas eles aprendem a conhecer seus desejos, necessidades e afetos (e a lidar com eles).
Qualquer dúvida, por mais simples que pareça, é relevante e pertinente.
Ouvir, mais do que falar, é a melhor conduta. Estimule o debate e deixe os estudantes tirarem as próprias conclusões.
Caso alguém pergunte, sua opinião sobre o tema deve ser dada no final da discussão.
Apresente informações científicas sempre que necessário, sem emitir juízos.
Para não expor ninguém, o ideal é levantar dúvidas sem personalizar (os estudantes encaminham as questões por escrito ou produzem cartazes em que todos escrevem o que já sabem sobre determinado assunto).
Perguntas sobre a conduta pessoal dos alunos são constrangedoras, pois pode parecer que você quer policiar as atitudes deles. Mantenha a discussão genérica, sem se intrometer na intimidade da garotada.
Jogos e dinâmicas (além de discussões em pequenos grupos) favorecem a participação dos mais tímidos.
Faça um "contrato" com a turma para garantir que tudo o que for discutido não será usado em comentários maldosos nos corredores nem para julgar os colegas. O respeito é o caminho para o bom aprendizado.
Homossexualidade
O fato de um garoto apresentar trejeitos femininos ou uma garota gostar de carrinhos não significa que eles se tornarão homossexuais. Do mesmo modo, o menino que joga bola e a menina que brinca de boneca não necessariamente serão heterossexuais no futuro. Essa característica se define por volta dos 14 ou 15 anos, quando o jovem passa a se interessar sexualmente por outra pessoa.
O papel do educador diante de manifestações contra a suposta homossexualidade de um estudante é discutir o respeito às diferenças e garantir a integridade física e moral dos jovens.
Não seja cúmplice dos alunos nos comentários preconceituosos.
Acolha e fortaleça os jovens que se isolam do grupo por ter comportamento diferente do padrão, elogiando seu trabalho sempre que possível.
Promova um debate franco sobre a necessidade de respeitar as diferenças.
Se a maneira de seu filho se comportar foge aos padrões estabelecidos e isso incomoda você, deixe claro quais são os valores masculinos e femininos aceitos pela sociedade.
Não se sinta desrespeitado se seu filho for homossexual.
Quanto mais cedo ele for acolhido (se for o caso, também com a ajuda de uma terapia), menos problemas de auto-aceitação terá.
Masturbação
Descobrir o corpo e como ele pode dar prazer (o corpo erótico) faz parte do desenvolvimento da criança. Ao perceber a sensação gostosa que o toque provoca, ela vai querer repetir o ato.  A intervenção é ajudar a definir o limite entre o privado e o público, sem julgar o ato em si.
Na maioria dos casos, o aluno ou a aluna se masturba por prazer, o que é absolutamente normal. Mas masturbar-se em público, obviamente, não é aceitável. Se isso se repetir com algum estudante, o ideal é conversar com a coordenação ou a orientação pedagógica para avaliar se é o caso de chamar os pais. Proibir é lutar contra a natureza: o jovem vai masturbar-se escondido e acabar se sentindo culpado por não corresponder às expectativas dos adultos.
Na escola
Se uma criança se masturbar na sala de aula, chame-a para outra atividade. Mais tarde, diga a ela que tocar nos órgãos sexuais é gostoso, mas não deve ser feito na frente dos outros.
Caso o ato se repita depois de várias conversas, investigue as possíveis causas (micose, que provoca coceira, ou outro problema que a criança possa estar enfrentando).
Em casa
Explique a diferença entre o privado (aceitável quando se está sozinho) e o público (aceitável no convívio com outras pessoas).
Caso a criança esteja se masturbando no quarto ou no banheiro, sem chamar a atenção de ninguém nem se expondo, não interfira.
Se seu filho estiver se tocando na frente de outras pessoas, desvie a atenção dele para outra coisa e depois converse com ele a sós
Meu corpo
Quando pequenos, meninos e meninas começam a descobrir as características do próprio corpo. Por que os garotos têm "pipi" e as meninas, "xoxota"? E eles investigam mesmo. Por volta dos 2 ou 3 anos, depois que a criança já aprendeu a andar e a falar, a curiosidade (inclusive a sexual) vem à tona. É normal que, além de ver, ela queira tocar. Essa brincadeira não traz nenhum prejuízo físico ou psicológico. Não há erotização nesse contato e ele não deve ser interpretado como desvio de comportamento.
Na escola
A conversa sobre o que pode e o que não pode ser feito em público é sempre bem-vinda.
Mostre figuras ou modelos do corpo humano e apresente o nome correto dos órgãos sexuais.
Em casa
Se você não se incomodar em ver seu filho e outra criança da mesma idade nessa situação, deixe-os esgotarem a curiosidade. Logo eles partirão para outra brincadeira.
Se não concordar, diga a eles que isso o incomoda e explique por quê.
Escola e Pais
As escolas com programas de educação sexual costumam comunicar os pais sobre a iniciativa antes de iniciar as aulas.
Geralmente a idéia é bem acolhida. Mas muitas famílias temem que as conversas levem a uma iniciação precoce da vida sexual do adolescente, o que (obviamente) não é o objetivo do colégio. Por isso, nas conversas com os familiares, cabe aos professores:
Mostrar que a educação sexual está prevista nos PCN e faz parte do projeto pedagógico.
Enfatizar que o papel da escola é passar informações científicas e propiciar o debate de temas pertinentes à idade de cada turma, tentando com isso aplacar as angústias dos adolescentes em relação ao tema.
Explicar que o objetivo maior é fazer com que os jovens tenham uma vida saudável e entendam o que acontece com eles quando os hormônios estão em ebulição.
Deixar claro que os valores morais e religiosos da família não serão questionados em nenhum momento.
Convidar os pais, sempre que possível, a participar de um bate-papo em sala de aula com os estudantes (eles podem contar como lidavam com a sexualidade quando eram adolescentes e, diante de um grupo grande de jovens, sem a pressão de estar "a sós" com o filho, ouvir os dilemas da moçada de hoje).
Proporcionar atividades paralelas aos alunos cujos pais se oponham à participação do filho nas atividades de educação sexual.
Quero ser grande
Um ardente beijo na boca. Um casal deitado na cama trocando carícias sob o lençol. Corpos nus rebolando. Na televisão, imagens como essas são comuns. E as crianças pequenas são expostas a elas sem saber o que significam. O resultado é que elas acabam querendo imitar esses comportamentos. Experiências de imitar os adultos podem levar a descobertas quando feitas em clima de brincadeira utilizando bonecos. Mas atenção: se a criança mostrar agressividade ou medo no contato físico, ela pode estar sendo vítima de abuso sexual. Mostre-se aberto a escutá-la para ter mais informações e procure a coordenação pedagógica ou a direção caso seja necessário.
Na escola
Procure saber onde os pequenos viram o comportamento que estão imitando e o que eles sabem a respeito.
Trate a imitação como uma atitude normal para a idade e aproveite para falar sobre sexualidade.
Se a criança mostrar-se muito erotizada, chame os pais para tentar entender os motivos dessas atitudes.
Em casa
Preste atenção nas brincadeiras de seu filho e, caso ele esteja imitando comportamentos adultos, descubra onde ele presenciou aquilo.
Verifique se os programas de TV que ele vê são adequados para a idade.
Se os valores passados por determinado programa não forem os mesmos da família, assista junto com ele e explique por que tais comportamentos são reprováveis.
A importância da inclusão
Pessoas com deficiências físicas, intelectuais ou sensoriais manifestam sua sexualidade tanto quanto os demais. O tratamento precisa ser igual para todos, com abordagem adaptada ao tipo de deficiência do aluno.
Com alunos com deficiência intelectual, é preciso tornar as informações mais acessíveis e repeti-las várias vezes usando linguagem simples, material concreto ou exemplos com imagens. Caso um aluno insista em passar a mão nos colegas, por exemplo, fale que isso não pode ser feito sem a concordância da outra pessoa e que existem situações em que o toque é permitido e outras em que não. Para facilitar a compreensão, mostre gravuras de cenas do cotidiano e pergunte em quais tocar é permitido.
Geralmente quem tem deficiência física apresenta auto-estima corporal baixa por não se enquadrar no "padrão de beleza". Falar do corpo, para eles, costuma ser difícil. Ajude-os contando histórias de pessoas com deficiência que se realizaram pessoal e profissionalmente. E adapte as atividades de sala de aula para incluí-los.
Alunos com deficiência visual precisam de material concreto para manipular, como modelos dos órgãos sexuais e esquemas em alto-relevo.
Já quem tem deficiência auditiva nem sempre consegue explicar suas dúvidas para o educador, que muitas vezes tem dificuldade para transmitir as informações a eles. A solução é usar muitas figuras, diagramas e esquemas para facilitar a visualização e a assimilação dos conteúdos.

Referências Bibliográficas:
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais, ética. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília; MEC/SEF, 1997. 146 p.
-----------. Parâmetros Curriculares Nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual. Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997. 164p.----------. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais – terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1998. 436 p. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

DESEJAMOS A TODOS OS NOSSOS AMIGOS, CLIENTES, PARCEIROS, UM FELIZ NATAL REPLETO DE ALEGRIAS, FRATERNIDADE, FÉ, AMOR E UM PRÓSPERO ANO NOVO COM MUITAS FELICIDADES E ENTUSIASMO!!!
QUE DEUS E O MESTRE JESUS NOS ILUMINE SEMPRE!
INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL E 
CONSULTÓRIO DE PSICOLOGIA


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

CURRÍCULO MARINA ALMEIDA 2013

                                    INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL

                                                 Rua Jacob Emmerich, 365 conj.13

                                        São Vicente – Centro – SP - CEP 11310-071

                                                   (13) 30191443 ou (13) 34663504

                                               contato@institutoinclusaobrasil.com.br

 

Consultora de Educação Inclusiva, Pedagoga Especialista, Psicóloga Clínica e Escolar e Psicopedagoga Clínica, Escolar e Institucional. CRP 41029/06


QUALIFICAÇÕES

  • Fundadora do Instituto Inclusão Brasil em São Vicente-SP, Consultora em Educação Inclusiva, fazendo palestras e capacitações em vários municípios e estados no Brasil.
  • Lecionei nos cursos de graduação de Pedagogia, Serviço Social e eventualmente nos cursos de pós-graduação de Pedagogia, Supervisão e Enfermagem da UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto - Campus Guarujá.
  • Fui Consultora de Educação Inclusiva na Fundação síndrome de Down de Campinas e APAE de Santos.
  • Trabalhei por 19 anos como funcionária pública na Prefeitura Municipal de São Vicente.
  • Conhecimentos em relacionamentos interpessoais e coordenação de equipe multidisciplinar.
  • Expertise em criação, desenvolvimento e implantação de projetos para sistemas inclusivos: inclusão social, laboral, educacional e acessibilidade para pessoas com deficiência.
  • Pedagoga Especialista: Altas Habilidades/Superdotação, Deficiência Intelectual, Síndrome de Down, Síndrome de Asperger e Autismo.
  • Psicóloga Clínica e Escolar - Experiência Clínica e Escolar de base Psicanalítica. Atendimentos psicoterápicos para crianças com ou sem deficiência, adolescentes, adultos, família e casais. Supervisão e grupos de estudos para: psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos.
  • Psicopedagoga Clínica, Escolar e Institucional: especialista em Transtornos de Aprendizagem, THDA – Transtornos de Hiperatividade e Déficit de Atenção Concentração, Dislexia, Disgrafia e Discalculia.

GRADUAÇÃO
  • Pedagoga em Ed. Especial: Centro de Estudos Superiores do Carmo - 1984 – Santos – SP
  • Psicóloga Clínica e Escolar: UNISANTOS - 1992 – Santos - SP

PÓS - GRADUAÇÃO
  • Psicopedagogia Clínica, Escolar e Institucional: Lato Senso - UNISANTOS – 1996 – Santos – SP - Currículo no Sistema de Currículo Lattes
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4162099E0

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÕES, ANÁLISE PESSOAL E SUPERVISÃO
  • Especialista em Ludoterapia: Casa do Psicólogo – 1993 – SP
  • Especialista em Psicodiagnóstico Infantil e Juvenil: Casa do Psicólogo – 1993 – SP
  • Especialista em THDA – Transtorno de Hiperatividade e Déficit de Atenção Concentração: Associação Brasileira de THDA – Transtorno de Hiperatividade e Déficit de Atenção Concentração – 1998 – SP
  • Especialista em Dislexia, Discalculia e Disgrafia: ABD - Associação Brasileira de Dislexia – 1995 – SP
  • Especialista em THDA e Dislexia – Faculdade de Medicina do Grande ABC – 2009 - São Bernardo –SP
  • Especialista em Autismo e Síndrome de Asperger: Faculdade de Educação da USP e AMA - Associação de Amigos do Autismo. Abordagens em Psicanálise, Floor Time, TEACCH, ABA e PCS.
  • Especialista em Currículo Funcional Natural – 2009 - CASP - Centro Ann Sullivan – Peru
  • Grupos de Estudos em Psicanálise com a Psicanalista Maria José F. Mota - 1991 a 1998.
  • Análise Pessoal com a Psicanalista Analista Didata Vera Lúcia Blank Gonçalves, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.
  • Supervisão Psicanalítica de janeiro de 2005 a dezembro de 2007, com o Psicanalista e Analista Didata, Dr. Roosevelt Moisés Smeke Cassorla, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.
  • Supervisão Psicanalítica, com o Psicanalista e Analista Didata, Dr. David Léo Levisky, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

Agosto/1985 a outubro/2003
Prefeitura Municipal de São Vicente
Atividades: Pedagoga em Educação Especial, lecionando para alunos com necessidades especiais na Rede Municipal e APAE de São Vicente (crianças/adolescentes /adultos Deficientes Intelectuais e Auditivos).
Agosto/ 1993 até hoje
Atuando como Psicóloga Clínica e Escolar, em Consultório Particular.
Outubro /1995
Comissionada Psicóloga - Prefeitura Municipal de São Vicente
Apresentei ao então Secretário da Educação, um Projeto Psicopedagógico para implantação no município em caráter experimental, sendo pioneiro na Baixada Santista.
Janeiro/1997
Autorização para implantação do Projeto Psicopedagógio/NUMAPS - Núcleo Municipal de Atendimento Psicopedagógico, para Rede do Municipal de Ensino de São Vicente, atendendo crianças na faixa etária de 6 a 12 anos, que apresentassem dificuldades de aprendizagem, sendo então a coordenadora da instituição, dirigindo a equipe multidisciplinar composta por psicólogas, fonoaudiólogas e psicopedagogas. O projeto atendeu 40 escolas do município (Educação Infantil e Ensino Fundamental), profissionais da rede municipal de ensino, crianças, adolescentes, pais, educadores, profissionais afins, promoveu eventos e capacitou mais de 2000 profissionais da educação.
Dezembro/2000 a Setembro/2001
Regulamentação do projeto pela Câmara dos Vereadores – NUMAPS como Departamento Psicopedagógico fazendo parte da Diretoria de Educação Especial da Secretaria de Educação de São Vicente. Tornou-se uma instituição de utilidade pública prestadora de serviços a rede municipal de ensino de São Vicente. Ampliação do Serviço com a inauguração do NUMAPS II e ampliação da faixa etária de 5 a 14 anos. Hoje o serviço chama-se DAP - Departamento de Atendimento Psicopedagógico.
Janeiro/2002 a setembro/2003
Comissionada na Secretaria da Educação de São Vicente na Diretoria de Educação Especial, para fazer parte da equipe do Projeto “Escola-Inclusiva”. Desenvolvi o Projeto “Inclusão Preventiva”. Teve como objetivo a sensibilização do ser humano, trabalhando preconceitos e esteriótipos para o paradigma da inclusão, como forma gradativa de incluir alunos com necessidades especiais, numa sociedade para todos. Proposta desenvolvida com todos os integrantes da unidade escolar (da diretora ao porteiro). Comissionada como Psicóloga Educacional na Escola Municipal CEESV/NUMAA Centro de Educação Especial de São Vicente e Núcleo Municipal de Atendimento ao Autista.
Janeiro/2002 a abril/2005
Convidada para integrar na Comissão Gestora, do Conselho Regional de Psicologia Subsede Baixada Santista e Vale do Ribeira.
Outubro/2003 a janeiro/2004
Convidada para integrar na Comissão Fiscalizadora e de Orientação aos Psicólogos através do Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo – Sede SP.
Fevereiro/2004
Lançamento da coleção de Livros “Caminhos para uma Inclusão Humana”, em Belém do Pará, sendo promovido o I Encontro de Educação Inclusiva pela Editora Didática Paulista para 123 municípios.
Janeiro/2005 a dezembro/2006
Contratada como supervisora e depois como Consultora em Educação Inclusiva, pela Prefeitura Municipal de Guarujá - Secretaria Municipal de Educação Guarujá.
Fevereiro/2005 a dezembro/2006
Contratada como docente pela Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP Campus Guarujá para lecionar nos Cursos de Graduação e Pós Graduação. http://www.unaerp.br/
Junho/2005
Em Portugal-Lisboa – lançamento da Coletânea - “Caminhos para a Inclusão Humana”: Teoria e Prática, publicado pela Editora ASA,PT.
Setembro/2005 a dezembro/2008
Contratada como consultora da Fundação Síndrome de Down – Campinas - SP. www.fsdown.org.br – Desenvolvendo o Projeto “Roda de Conversa – um instrumento para inclusão”, com a colaboração do Prof. José Pacheco e com parceria com SEESP/MEC.
Responsável pela Implantação de programas para o mercado de trabalho segundo modelos inspirados na Itália “Centro de Estudos” da ASL3 “Genovesa” e Espanha – Fundación Catalana de Síndrome de Down e inclusão escolar inspirados no modelo da Escola da Ponte em Portugal. www.eb1-ponte-n1.rcts.pt/
Outubro/ 2011 a março/2012
Consultora da APAE de Santos de outubro de 2011 a março de 2012. Implantação do Plano Político Pedagógico – Currículo Funcional Natural.

PALESTRAS REALIZADAS

·         Federação Nacional das APAES de Piauí – Congresso Internacional das APAES - Curso Família e Inclusão - http://www.apaebrasil.org.br/artigo.phtml/12254.
·         APAE de Santos – Curso de Capacitação Currículo Funcional Natural, Plano Individual de Ensino e Tecnologia Assistiva e Cominação Alternativa. -http://www.apaesantos.org.br/
·         APAE de Santos – Consultoria: Planejamento Estratégico e Plano Político Pedagógico.
·         Rede Sementeira de Santos – Curso Tornando as Escolas Inclusivas - http://www.redesementeira.org/Interagimos.htm.
·         APAE de Batatais – Curso Currículo Funcional Natural e Plano Individual de Ensino -http://www.apaebatatais.org.br/
·         Colégio de Ed. Infantil e Ensino Fundamental Jean Piaget de São Vicente – Curso de Capacitação Educação Inclusiva - http://www.jeanpiagetsv.com.br/site/.
·         Diretoria de Ensino de Santo André e região – Inserção da Pessoa com Deficiência Intelectual no mercado de trabalho.
·         Escola de Ed. Infantil e Ensino Fundamental Liceu Santista - http://www.liceusantista.com.br/
·         Colégio Integração de São Vicente – Família, Pais, Parceiros da Escola - http://www.souintegracao.com.br/v2/
·         Unaerp – Universidade de Ribeirão Preto – Campus Guarujá Semana da Pedagogia – Sexualidade das Pessoas com Deficiência.
·         Unaerp – Universidade de Ribeirão Preto – Campus Guarujá Semana da Pedagogia –
·         Self Advocacy – Auto Defensoria para Pessoas com Deficiência.
·         Unaerp – Universidade de Ribeirão Preto – Campus Guarujá Semana da Pedagogia – Educação Inclusiva
·         Fundação Síndrome de Down Campinas – Avaliação e Acessibilidade para Pessoas com Deficiência - http://www.fsdown.org.br/
·         Fundação Síndrome de Down Campinas – Transformando as Escolas Inclusivas.
·         Fundação Síndrome de Down Campinas – A Família e as Relações Institucionais.
·         Evento Regional do Ano de Educação - Conselho Regional de Psicologia – Relatora do Conselho Regional de Psicologia Subsede Baixada Santista - encaminhamentos de teses para mudanças da legislação da Educação Especial do SEESP/MEC.
·         Congresso Intern. de Educ. - Faculdade Palotina - Santa Maria - RS - http://www.fapas.edu.br/
·         Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande - MS
·         Secretaria Municipal de Educação de Bagé - RS
·         Secretaria Municipal de Educação de Paranaíba – MS
·         NAPNE – Núcleo de Atend. a Pessoas com Necessidades Especiais - Santos - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Caxias do Sul - RS
·         Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis - RS
·         Secretaria Municipal de Educação de Garibaldi - RS
·         Secretaria Municipal de Educação de Nova Prata - RS
·         Secretaria Municipal de Educação de Pederneiras - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Itapevi - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Registro - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Suzano - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Limeira - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Presidente Venceslau - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Bebedouro - SP
·         Secretaria Municipal de Educação de Três Lagoas - MS - http://www.3lagoas.com.br/
·         SENAI e CIESP Santos – Empregabilidade da Pessoa com Deficiência.
·         SENAI e CIESP Santos – Apresentação Instituto Inclusão Brasil.
·         USP - Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo - http://www.direito.usp.br/
·         Associação de Síndrome de Down - RioDown - RJ
·         Conselho Regional de Psicologia - vários eventos - http://www.crpsp.org.br/crp/
·         Porto Seguro/Seguros - Santos - SP - http://www.portoseguro.com.br/

SITE OFICIAL INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL E BLOGS

Site Instituto Inclusão Brasil – 345 artigos
Blog Instituto Inclusão Brasil - 210 artigos
Blog Consultório de Psicologia e Psicanálise - 92 artigos
http://psicoterapiamarinaalmeida.blogspot.com/

PUBLICAÇÕES EM LIVROS E REVISTAS

  • Caminhos para uma Inclusão Humana
  • Manual Informativo para Educadores sobre Educação Inclusiva
  • Manual Informativo Para Pais sobre Educação Inclusiva
  • Manual de Observação em Sala de Aula
  • Manual Ajudando os Portadores de Necessidades Especiais
  • Todas as obras foram publicadas pela Editora Didática Paulista, SP, 2004. www.didatica.com.br
  • Editora ASA de Portugal www.asa.pt - livro em formato único Teoria e Prática: Caminhos para Inclusão Humana, 2005 - www.asa.pt/autores/autor.php?id=1673
  • Educação humanizadora e os desafios da diversidade, orgs. Celso Ilgo Hunz, Ricardo Rossato e Valdo Bardos – in Cap. 9 – “Roda de Conversa um instrumento para inclusão” – Santa Cruz do Sul – EDUNISC, SC, 2009.
  • Revista Eletrônica Ibero Americana de Educación – Espanha – Sexualidade da Pessoa com Síndrome de Down - www.rieoei.org/deloslectores/2101Almeida.pdf , 2009.
  • Revista do Conselho Federal de Fonoaudiologia – A Inclusão das Pessoas com Deficiência Intelectual, Ed. Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, SP, 2008.
  • Revista Projetos Escolares e Inclusão, Ano I, no. 1, abril/2010  - Projetos Pedagógicos para Crianças com Deficiência Intelectual, OnLine Editora, SP, 2010.
  • Revista Ciranda da Inclusão, Ano I, no. 06, maio/2010 – O arco íris do autismo. Ed. Ciranda da Inclusão, SP, 2010.
  • Revista Alvo-Leste – Bullying: Orientação para Pais e Profissionais. Ed. Alvo Leste – SP, 2010.
  • Revista Festa & Cia – Dislexia como detectar? Ano II, no.29 junho – 2011- Ed. Nova Arte -SP
  • Revista Guia Prático Para Professores de Ed. Infantil, Ano IX, no. 108, abril/2012 – Educação Inclusiva: atuação em sala de aula. Ed. Escala Educacional, SP, 2012
  • Revista Nacional de Reabilitação – REAÇÃO, Ano V, no. 86, maio/junho – Inclusão também é falar de violência – Ed. C e G 12 – Comunicação, SP, 2012.
  • Revista Família Cristã – THDA Orientação a Família, Ano 78, no. 922 outubro  – Ed. Paulinas – SP- 2012

PUBLICAÇÕES EM SITES NA INTERNET



                                                                       Marina S. Rodrigues Almeida
Psicóloga CRP 41029/6
Sócia-proprietária do Instituto Inclusão Brasil