sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

IV SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO PROJETO COM-CIÊNCIA - EMPREGABILIDADE



CONVITE

IV SEMINÁRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DO PROJETO COM-CIÊNCIA - EMPREGABILIDADE

O QUE A SOCIEDADE ESTÁ FAZENDO PARA CAPACITAR
E INSERIR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NAS EMPRESAS

Data: 10/12/2009
Horário: 14h00 as 18h00
Local: SENAI – Av. Almirante Saldanha da Gama, 145 – Ponta da Praia - Santos/SP


ABERTURA

Prof. Claudemir de Oliveira - Diretor do SENAI Santos
Dr. Ronaldo de Souza Forte - Diretor Titular do CIESP Santos

PALESTRANTES:


Andreia Ulhoa Gouveia, Denyse M. Guedes e Marília Di Vito Manaia - NOCT Lar das Moças Cegas
Tema: Inclusão de Deficientes Visuais no Mercado de Trabalho

Alvaro Conceição – Coord. de Cursos e Projetos direcionados à Acessibilidade dos Surdos do Centro Educacional Ver Voz e Indivíduo
Tema: D+ Eficiência à Inclusão no Mercado de Trabalho

Marina Almeida - Consultora de Ed. Inclusiva, Psicóloga, Psicopedagoga e Sócia Proprietária do Instituto Inclusão Brasil
Tema: Projeto de Vida da Pessoa com síndrome de Down - Empregabilidade

Luciano Marques de Souza – Coord. do CODE - Coordenadoria de Defesa Política para Pessoas com Deficiência da PMS
Tema: Criação e Evolução do Cadastro Único – PMS

Vanessa Motta Paulella – Diretora Administrativa e Financeira da Indaiá Logística Internacional Ltda.
Tema: Projeto Inserir – Inclusão de Deficientes no Mercado de Trabalho



CONVIDADOS (DEBATE)

Eliane Pinheiro Belfort Mattos – Diretora Titular do Comitê de Responsabilidade Social - CORES/FIESP

Vitor Seravalli – Diretor do Depto. Responsabilidade Social do CIESP

Livia Manuel Antonio - Psicóloga e Sócia Proprietária da Psicomed

Marinalva da Silva Cruz - Coordenadora do PADEF - Programa de Atendimento a Pessoa Deficiente da SERT - Secretaria Estadual de Emprego e Relações do Trabalho

Sub Delegacia do Trabalho em Santos - MTE (à confirmar)

COFFEE BREAK


Solicitamos confirmação de presença com Roseane, através do tel: 13 3219-9484 ou via e-mail cursos@ciespsantos.com.br


INSCRIÇÕES GRATUITAS


VAGAS LIMITADAS !

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

GRUPO DE ESTUDOS 2010


NEEI- NÚCLEO DE ESTUDOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA – SANTOS


GRUPO DE ESTUDOS - FEVEREIRO 2010
Livro “Escola da Ponte - Formação e Transformação da Educação”
Autor Prof. José Pacheco, Ed. Vozes

José Pacheco está fisicamente distante da escola que ajudou a erguer, mas afetivamente perto de uma casa de ensino que sabe que o trajeto de cada aluno e a experiência de escolarização são únicos e irrepetíveis.
Escola da Ponte - Formação e Transformação em Educação é um livro que, segundo o autor, "incide sobre a reelaboração da cultura pessoal e profissional, no contexto de uma formação indissociável da idéia de mudança escolar e social - o chamado círculo de estudos". Segundo Pacheco, "Foi nesses grupos (a que não dávamos nome) que aprendi (e aprendemos) a recomeçar, após cada contrariedade. Quando, em 1976, cheguei à Escola da Ponte, já havia vivido muitas situações de insucesso pessoal e de frustração profissional em outras escolas. A solidariedade do círculo de estudos permitiu transformar a acumulação de insucessos numa gramática de mudança. A análise dos erros cometidos permitiu desenhar uma estratégia, que conduziria à criação do 'núcleo duro' fundador do projeto Fazer a Ponte. Limito-me a procurar compreender onde a formação acontece e como sobrevive".
"O livro é dirigido àqueles educadores que ainda não desistiram de fazer dos seus alunos seres mais sábios e pessoas mais felizes. A Ponte ainda é um projeto recente, um projeto humano frágil e, por vezes, mitificado... No fundo, uma obra para fazer pensar. Terá valido a pena o investimento de tempo e energias, se outros tomarem seus os intentos breves deste estudo, os conduzir para novas interrogações.”José Pacheco adianta como gostaria que o livro fosse lido, estudado e sentido. "Provavelmente apologético e inevitavelmente imperfeito, o presente trabalho será mais um contributo para o reconhecimento de zonas obscuras no exercício da profissão de professor. Ao longo de mais de três décadas, assisti impotente à deserção de muitos e bons companheiros que, saturados de precariedades, rumaram à dignidade em profissões mais bem remuneradas ou de estatuto social mais elevado que a de professor. Porque resisti ao legítimo exílio, me obrigo a este contributo, que deve ser lido criticamente e com prudência".
Outro dos propósitos do autor é dar início a algumas reflexões não "sobre um passado cristalizado a imitar", mas sim "porque a Ponte representa uma singularidade, na qual é possível vislumbrar a totalidade sistêmica dos problemas do quotidiano das escolas, bem como algumas hipóteses sólidas de possíveis soluções que contrariam o nosso proverbial ceticismo".
Objetivos
· Aprender a aprender, trabalhando na diversidade humana dentro do próprio grupo.
· Aprender a fazer, executando o trabalho coletivo das tarefas grupais, revezando-se, construindo junto e democraticamente o processo de participação coletiva.
· Aprender a conviver com os conflitos, singularidades, vértices, através de um pensar reflexivo, propositivo e de pesquisa.
· Aprender a ser autônomo, cooperativo e criativo.
Desenvolvimento
O participante deverá adquirir o livro do autor para participar do grupo de estudos.
Deverá apresentar no dia 09/02 uma proposta de Projeto de Trabalho (sua utopia) - um projeto sucinto do que deseja aprender nos encontros e sua aplicabilidade em seu cotidiano.
O projeto deverá conter: titulo do projeto, nome do participante, idade, profissão, formação, local de trabalho, tempo de exercício profissional, objetivos gerais e específicos, desenvolvimento - o que deseja desenvolver na pratica ou fomentar sua prática com esta aprendizagem e conclusão – suas expectativas em relação ao estudo.
Cronograma
As segundas terças-feiras do mês: inicio em fevereiro e termino em dezembro2010 O livro contém 25 capítulos que serão divididos em duas etapas – portanto dois semestres.
Primeira etapa – primeiro semestre
Em fevereiro – 09/02 -Apresentação do grupo de participantes e seus Projetos de Trabalho
Capítulos: 1º. ao 13º.
Segunda etapa – segundo semestre
Capítulos: 14º. ao 25º.
Em dezembro – 08/12 - Finalização dos encontros com a construção do Projeto de Trabalho de cada participante.
Inicio formal
1ª. Etapa – primeiro semestre
Encontros todas as segundas terças-feiras do mês dàs 20h às 21h30
Fevereiro - 23/02
Março – 09/03
Abril -13/04
Maio – 11/05
Junho - 08/06
2ª. Etapa – segundo semestre
Agosto – 10/08
Setembro – 14/09
Outubro – 19/10
Novembro – 09/11
Dezembro – 08/12 – Finalização - Apresentação dos Projetos dos participantes com a presença do Prof. José Pacheco.
No primeiro semestre serão estudados os seguintes capítulos
1. Para que serve a formação?
2. No princípio, era a Ponte
3. Modelos e conflito de racionalidades
4. Um sentido ambíguo de formação
5. Círculo de estudo
6. Contributos para a compreensão do circulo de estudo
7. Etapas comuns na criação de círculos de estudo
8. Características do círculo de estudos
9. Projeto de formação, projeto político-pedagógico e reelaborarão cultural
10. A formação enquanto mediação
11. A formação é a verificação das dificuldades de ensino
12. De uma formação individualista à formação mutualista
13. Valorização dos adquiridos e determinação de necessidades

Investimento
Valor: R$50,00 por pessoa – Apenas no encontro do dia 09/02 poderá ser pago a participação avulsa.

Total do grupo de estudos duas etapas: R$500,00 por pessoa.

Forma de pagamento quatro parcelas de R$125,00 por boleto bancário ou quatro cheques pré datados, sendo dois pagamentos no primeiro semestre e dois pagamentos no segundo semestre.

Certificação
Emitiremos certificado de participação somente no final do segundo semestre contabilizados 75% de presença e apresentação de projeto.

Vagas
Até 20 participantes

Contato e Inscrições:
Inscrições abertas em novembro, dezembro de 2009 e janeiro 2010
Contato: Coordenação Geral Maria Teresa Teixeira
Email: teixeiramteresa@hotmail.com
Telefone (13) 88209294 ou 81333208

Contato: Coordenação Pedagógica Marina Almeida
Email: inclusão.brasil.@iron.com.br
Telefone (13) 30191443

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

CRIANÇAS COM CARDIOPATIA CONGÊNITA


CALENDÁRIO DE CRIANÇAS COM CARDIOPATIA CONGÊNITA
Durcila Cordeiro
A renda será para criação de ONG voltada para o apoio às famílias cujos filhos nasceram com cardiopatias.


Você já ouviu falar na Força do Amor? Você sabe o que é amor? O mundo fala em diversos tipos de amor, mas o amor de uma mãe por um filho, não tem comparação. É incondicional, sem limites.

Mas o amor é o que ele faz! É isso. Ação. E quando centenas de mães se juntam com um propósito… Amando seus filhos e os filhos de outras mães por afinidade, por solidariedade, por histórias semelhantes, enfim traduzindo o que Deus quer que tenhamos por nosso próximo, o que é que isso vira?
Nossa! Um turbilhão de emoção, determinação, garra e vontade de fazer o bem! Uma corrente incondicionalmente forte! Sem barreiras!

Foi isso que aconteceu!
Mães do Orkut, da blogosfera, do Brasil, do exterior, juntaram-se para ajudar umas as outras e pelo bem dos seus filhos e de outras mães. Elas lançam no dia 13 de dezembro, no Tênis Clube Paulista, no 8o. Encontro de Crianças Cardiopatas e Operadas do Coração – promovido pelo Clube de Mães do Ecokid (http://www.ecokid.com.br/) –, a primeira edição do calendário de mesa “Pequenos Corações”. O evento costuma reunir um público grande e este ano está previsto a presença de 800 pessoas, entre mães, familiares e profissionais de saúde.

O propósito é ainda maior: Constituir a Organização Não Governamental (ONG) Pequenos Corações. A Pequenos Corações já existe em forma de site há pouco mais de dois anos, mas o trabalho de apoio às mães começou bem antes no Orkut, uma ajudando a outra com informações, consolo, encaminhamentos e até mesmo ações para ajuda financeira.

São mais de 1000 mães espalhadas em comunidades como Cardiopatia Congênita, Pequenos Corações, Cardiopatia Hipoplasia de V.E, Amigos do Coração e outras afins, formando uma corrente do bem!

“A renda será totalmente revertida para a criação oficial da “ONG Pequenos Corações”, o que com certeza nos possibilitará ampliar consideravelmente a ajuda que oferecemos hoje e também para formar um fundo de reserva para atender as necessidades mais urgentes de casos que chegam ao nosso conhecimento”, reforça Márcia Adriana Saia Rebordões, uma das mães a frente do projeto e idealizadora do site Pequenos Corações.

Os Calendários
Serão dois calendário de mesa, tamanho 10,5×21 cm em cores, com aspiral. E 72 crianças participantes, com seis crianças em cada mês. Serão vendidos a R$ 7,00.

A primeira edição do calendário está saindo da gráfica no início do mês de novembro e a segunda deverá ficar pronta em seguida.. Na segunda, também 72 crianças irão aparecer e que não puderam estar na primeira.

A tiragem inicial será de 1500 exemplares cada edição, com possibilidade de reimpressão. O público-alvo são as próprias mães, amigos, familiares das crianças envolvidas (seja das presentes no calendário como das demais crianças com cardiopatia congênita), profissionais da saúde e outros que queiram colaborar.

O projeto “Calendário Pequenos Corações 2010” será um meio de divulgar a causa e a necessidade de ações governamentais em torno da patologia. “O calendário também tem como objetivo celebrar a nossa união e as vitórias alcançadas até hoje”, afirmam.

Qualquer pessoa poderá adquirir o calendário. Uma ótima opção de lembrança de final de ano, principalmente para empresas que costumam dar aos seus clientes brindes. Neste caso, não estarão apenas dando um presente, mas também demonstrando a sua “responsabilidade social”. Encomendas já começaram a ser feitas e podem ser antecipadas.

Para adquirir basta entrar em contato pelos emails abaixo relacionados. Pessoas entrarão em contato explicando como devem ser as formas de pagamento e para o recebimento direto em sua casa. Os que preferirem podem fazer e retirar os seus pedidos no dia do lançamento no Tênis Clube Paulista.

Como começou
Esse grupo de mães de crianças cardiopatas que, perceberam as diversas necessidades que envolvem o tratamento das cardiopatias congênitas e decidiram unir-se a fim de ajudar-se e apoiar-se mutuamente, criando condições para o tratamento de crianças que saem da sua cidade/estado para os grandes centros do País, além de informar a respeito da cardiopatia e seus tratamentos, bem como dar suporte às mães e gestantes com diagnóstico precoce, assim como às mães enlutadas.

O site Pequenos Corações (http://www.pequenoscoracoes.com/) foi criado com esse propósito e lá disponibilizam as histórias dos filhos, como fonte de esperança, força e consolo aos pais que estão chegando. Através dessas histórias, muitas outras crianças tiveram a possibilidade de corrigir os defeitos cardíacos e ter uma vida normal.

Seguindo a mesma linha e aproveitando das novas ferramentas da internet, passaram encontrar-se também através de comunidades como a “Cardiopatia Congênita”, “Amigos do Coração”, do Orkut e mais recentemente o blog de mesmo nome (http://www.amigosdocoracao.wordpress.com/). Lá firmaram laços de ajuda e acolhimento recíprocos.

O que é cardiopatia congênita?
Cardiopatia congênita é a doença na qual há anormalidade da estrutura ou função do coração, que está presente no nascimento, mesmo que descoberta muito mais tarde. Ocorre em oito crianças em cada mil nascidos vivos e pode apresentar-se em variadas formas.

A ONG
A ONG Pequenos Corações nascerá com a consciência de que toda a vida pede amor, atenção, cuidado. Uma consciência que se manifesta através do empenho na defesa da vida e na tentativa, sempre hábil, de viver a solidariedade que surge do amor por Cristo.

Procuramos com todos os que quiserem fazer este caminho conosco, encontrar o sentido da vida, partilhando-a com os mais frágeis e procurando responder às suas necessidades.

Nosso objetivo é procurar responder com eficácia, segurança e afetividade a cada situação que se deparam as crianças cardiopatas e seus pais.

Queremos poder falar sobre o assunto, discutir e levar a informaçao para todos os cantos do Brasil, onde muitas vezes por falta de diagnóstico e informações, muitas crianças perdem o direito à saúde e à vida.

“Às famílias das crianças, procuraremos proporcionar todo o apoio. E para esta missão convocamos você a estar junto conosco nesta missão e que olhem numa mesma direção, pois “ganha a sua vida, que estiver disposto a oferecê-la”, afirmam as mães e idealizadoras do projeto.

SERVIÇO:
Contato para pedido do calendário:
Email:faby_bilro@hotmail.com
Email: larasmpit@yahoo.it
Email:dri_rebordoes@hotmail.com
Comunidade Cardiopatia Congênita no Orkut

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

DIA 12 DE OUTUBRO, DIA DAS CRIANÇAS...


Dia 12 de outubro, Dia das Crianças… Será que elas tem mesmo o que comemorar?

“Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.” (Art. 5º. Estatuto da Criança e do Adolescente)

Prostituição Infantil e Pedofilia
O Unicef denuncia que, a cada ano, pelo menos um milhão de menores (três mil ao dia) são introduzido no mercado do sexo, mas alguns pesquisadores acreditam que o número deva ser quatro vezes maior porque ainda não existem dados estatísticos totalmente confiáveis. Segundo estimativas da ONU, no ano passado um total de 150 milhões de meninas e 73 milhões de meninos foram abusados sexualmente no mundo todo. Estatísticas da Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostram que 1,8 milhão de crianças e adolescentes são abusados sexualmente no mundo, a cada ano. No Brasil, as cifras mostram que 100 mil meninos e meninas são vítimas de exploração sexual.

Fome e desnutrição
Cerca de 6 milhões de crianças morrem a cada ano pela fraqueza de seu sistema imunológico causada por fome e desnutrição, o que as torna incapazes de superar doenças infecciosas curáveis, como diarréia, sarampo e malária. 63% das crianças dos meios rurais em Moçambique vivem em pobreza extrema; e 34% das famílias não conseguem garantir uma alimentação estável e enfrentam fome permanente. Todos os dias, mais de 850 milhões de pessoas vão se deitar com fome; dentre elas, 300 milhões são crianças.A cada cinco segundos, uma delas morre de fome.

Trabalho Infantil
A UNICEF estima que existem 158 milhões de crianças menores de 15 anos vítimas de trabalho infantil em todo o mundo e que mais de 100 milhões, quase 70 por cento da população laboral infantil, trabalham na agricultura em áreas rurais onde o acesso à escola e ao material educativo é muito limitado. No Brasil, Cerca de 4 milhões de crianças trabalham no meio rural e somente 29% delas recebem remuneração. Entre as crianças de 5 a 9 anos, somente 7% recebem remuneração e um grande número não têm acesso à educação. Na Ásia, a situação ainda é mais grave, pois 61% das crianças trabalham. Na África, em cada cinco crianças, duas trabalham.

Analfabetismo
Em pleno século 21, o Brasil ainda tem 680 mil crianças que não freqüentam a escola. NO BRASIL , 11,5% das crianças de oito e nove anos são analfabetas, segundo o IBGE. O percentual supera a média nacional entre adultos, de 10%. No Nordeste, o índice infantil vai a 23%. No Maranhão atinge o pico nacional: 38%. Pelo menos 100 milhões de crianças em idade escolar esperam por uma vaga em colégios nos países pobres, regiões em que o fornecimento de educação básica está entre as “Metas do Milênio” estabelecidas pela ONU.
“Temos mais de 100 milhões de crianças sem escola no mundo, dos quais 58 milhões são meninas.

Vítimas da violência e guerra
Estima-se que, só no Brasil, 18 mil crianças são vítimas de espancamento e uma a cada minuto de algum tipo de violência: emocional, física ou sexual . Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para uma taxa de 53 mil crianças mortas todos os anos por homicídio no mundo. Segundo dados da Unicef, entre 133 milhões e 275 milhões de crianças são vítimas ou testemunhas de violência em casa. Em muitas sociedades, a violência contra a criança é tolerada, já que ganha uma conotação de “medida de disciplina”. O medo de denunciar os autores da violência é o que faz a violência contra crianças continuar escondida. Nas escolas, orfanatos e, principalmente, centros de detenção juvenil a situação é ainda pior. Segundo o relatório, 1 milhão de crianças estão presas no mundo. Uma estimativa das Nações Unidas (ONU) revela que mais de 250 mil crianças são recrutadas para a guerra no mundo e que, pelo menos em 13 países do mundo, o recrutamento e uso de crianças nos conflitos armados é válido. Presas no inferno dos conflitos armados, as crianças são forçadas a testemunhar as atrocidades cometidas contra seus pais, ou, ainda, são detidas, separadas de suas famílias, pressionadas a servirem como soldados ou até mortas.

Acidentes graves e mortes

Os acidentes, ou lesões não-intencionais, representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. No total, cerca de 6 mil crianças até 14 anos morrem e 140 mil são hospitalizadas anualmente segundo dados do Ministério da Saúde, configurando-se como uma séria questão de saúde pública. Estimativas mostram que a cada morte, outras quatro crianças ficam com seqüelas permanentes que irá gerar, provavelmente, conseqüências emocionais, sociais e financeiras à essa família e à sociedade. De acordo com o governo brasileiro, cerca de R$ 63 milhões são gastos na rede do SUS – Sistema Único de Saúde.

Doenças e Mortalidade Infantil
A AIDS deixou órfãs 15 milhões de crianças; Mais de 500 mil crianças nasceram com o HIV, o vírus causador da Aids, no ano passado. entre elas,Cerca de 20 mil crianças brasileiras. “Centenas de milhares de crianças nascem com HIV todos os anos, quando isso é algo que pode ser evitado, e muitos deles morrem no primeiro dia de nascidos”. Todos os anos, 11 milhões de crianças, a maioria com menos de cinco anos morrem devido a doenças como a malária, a diarréia e a pneumonia.. A cada 30 segundos, uma criança africana morre por causa da malária, o que significa mais de 1 milhão de crianças mortas por ano. A cada hora uma criança morre vítima de alguma espécie de câncer no Brasil, segundo pesquisa divulgada pelo Inca (Instituto Nacional do Câncer), Dez mil crianças e adolescentes acima de quatro anos morrem de câncer anualmente no Brasil, número que poderia ser bem menor se o governo ampliasse os recursos destinados à compra de medicamentos.É a doença que mais mata crianças e adolescentes no país.

Disque 100, Denuncie!
O serviço do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes é coordenado e executado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), em parceria com a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) e o Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria). Por meio do 100, o usuário pode denunciar violências contra crianças e adolescentes, colher informações acerca do paradeiro de crianças e adolescentes desaparecidos, tráfico de pessoas – independentemente da idade da vítima – e obter informações sobre os Conselhos Tutelares. O serviço funciona diariamente de 8h às 22h, inclusive nos finais de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de defesa e responsabilização, conforme a competência, num prazo de 24h. A identidade do denunciante é mantida em absoluto sigilo.

“Se deixarmos de fazer o que precisamos para proteger uma criança, que diferença teremos daqueles que as violentam?” (Jefferson Drezett).

Por Marcio Demari PLANETA VOLUNTÁRIOS
Porque ajudar faz bem !
http://webmail.iron.com.br/webmail/redir.php?http://www.planetavoluntarios.com.br A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!!

domingo, 9 de agosto de 2009

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR



Marina S. Rodrigues Almeida
Consultora em Educação Inclusiva
Psicóloga e Pedagoga especialista
Instituto Inclusão Brasil
marina@iron.com.br

O objetivo principal deste “Manual de Observação para o Educador: conhecendo melhor a prática profissional e meus alunos”, pretende ajudar o professor a melhorar o seu desempenho enquanto mediador e construtor de conhecimentos, através da observação atenta para seu desenvolvimento pessoal e profissional junto a seus alunos.

Este manual faz parte do livro “Caminhos para uma Inclusão Humana”, que procura contribuir para uma educação inclusiva, pautada na ética, portanto humanizadora.

A sala de aula constitui-se como o centro da reflexão e análise dos fenômenos educativos, é neste contexto que aparecem toda sorte de comportamentos e dificuldades dos alunos.

Pretende-se focalizar a atenção do professor no processo ensino aprendizagem, buscando compreender as dificuldades de modo a criar condições para se pensar e posteriormente intervir.

Partimos da fundamentação que o papel do professor está sendo considerado como um mediador da aprendizagem, portanto cabe a ele tomar consciência das características do seu agir em cada situação, de suas responsabilidades, das singularidades dos alunos e as decisões tomadas possam ser pautadas dentro de sua realidade e possibilidade circunscrita no momento.

Novembro, 2003.
Marina S. Rodrigues Almeida*


Para aprender a observar levaremos em conta:

Planejamento da observação;
Antecipação dos problemas (queixas que tenho do aluno e minhas dificuldades);

Determinar os aspectos a observar; (quais atividades ele realiza? quais não realiza? como realiza? como foi proposta a atividade? que apoio ou explicação ele entende ou se sai melhor? os demais alunos da classe ou algum aluno o ajuda? De que maneira se eu propuser uma atividade ele se sairia bem? qual atividade ele se identifica? com que disciplina ou conteúdo?

O aluno tem consciência de suas dificuldade? Conversei com ele? Ele propõe ou pensa em alguma saída? E os pais o que pensam sobre isso? Como poderiam ajudar? Se não podem como resolverei o problema? Adianta enviar lições de casa? O uso de gravador, pesquisa, desenho, ajudaria?

Criar um rol de dados para a observação sugerimos as abaixo, porém poderão ser ampliadas.

Observar a aula e o desenvolvimento do aluno (quantos dias? Em que situação o comportamento/dificuldade aparece? O que eu fiz? O que o aluno fez? O que os alunos fizeram? O que não foi feito? Foi em sala de aula/ no intervalo? No corredor?

Na presença de algum adulto? como você descreveria o humor e moções do aluno nas situações de dificuldade e de sucesso? Ele consegue fazer isso ao ser perguntado? Como os demais alunos se sentem e o que comentam? Alguém propõe alguma idéia para ajudar?);

Selecionar fatores a serem investigados e observados: individuais (o que este comportamento/dificuldade do aluno tem haver comigo educador?), coletivos (O que a classe tem haver com este comportamento/dificuldade), da disciplina (Língua Portuguesa, Matemática, é especifica a dificuldade e em outras disciplinas o que acontece?

Como cada professor lida com este aluno? O que entendem sobre o que está acontecendo – listar idéias dos demais professores e sugestões para lidarem com a situação ); com sua família ( tem algum contato com os pais, quem cuida deste aluno, o que esta acontecendo com os apis, com a família, como lidam com as dificuldades?

Tem irmãos maiores/menores? Quantos quais dos elementos poderiam ser apoio para a escola?). Seguir as mesmas linhas investigatórias para a a escola( o que ela está contribuindo? está atendendo o que ele precisa? Aceitam a presença deste aluno? como veio para esta escola? por que? Como professora deste aluno eu o aceito?

Quais minhas limitações/ dificuldades/facilidades – listar, do que precisaria? – listar tudo que fosse ideal depois liste tudo que é possível), no intervalo, nas atividades extra-classe, na educação–física, com os amigos, com irmãos ou parentes, estado físico-afetivo-emocional (alimentação, acuidade visual, auditiva, alterações na linguagem, problemas hormonais, vermes, luto, depressão, agressividade, hiperatividade, envolvimento com drogas, violência doméstica, alcoolismo, desamparo familiar, falta de sono, estado de moradia, higiene pessoal, dores de dente, patologias hereditárias, genéticas, adquiridas, traumas, outras possibilidades...);

Verificar o prontuário do aluno: a história pessoal , verificar se há relatos anteriores, laudos de algum profissional, educador,... Entrar em contato com o profissional que atendeu ou atende o aluno, podendo ser : por telefone, carta oficial da escola, marcar um dia para o profissional vir a escola se possível, ir até o local aonde está o profissional e ou solicitar algum profissional de apoio.

Levantamento da coleta de dados;

Organização dos dados, reflexão e discussão com outros educadores ou técnicos sobre os dados coletados;

Focalizar comportamentos /dificuldades ocasionais e constantes;

Pontos negativos e positivos encontrados na relação educador-aluno;

Dados a esclarecer que requeiram mais pesquisa com os pais, cuidadores, vizinhos, outros professores, auxílio da direção, assistente social, Conselho Tutelar, agentes de saúde, coordenador ou técnico da secretaria da educação, etc...

Tomar Conhecimento sobre: o Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Conselho Tutelar (suas atribuições e funções), Procuradoria da Infância e da Juventude (suas atribuições, funções, dique denuncia anônimo, serviços que atendam a criança e ao adolescente); serviços no município ou órgãos que atendam a criança e o adolescente (como procurar ajuda, como encaminhar); ONGs, Terceiro Setor, Universidades, Voluntariados, Instituições, Conselhos Municipais, Conselhos de Categorias Profissionais, enfim todos os serviços que estejam relacionados a crianças e adolescentes , que de alguma forma direta ou indiretamente possam vir contribuir com o professor e a escola.

Registrar todos os dados.

Os Registros das observações:

Poderão ser realizados num diário para este fim, anotando a data, o nome do aluno, a situação, sendo descritas as observações o mais breve possível, para que as idéias, os comportamentos, não sejam deturpados e truncados pelo esquecimento. O tipo de narrativa também é importante, vejamos:

Ø narrativa jornalística – os fatos são vistos através do olhar do narrador;
Ø narrativa analítica – decompõem-se os elementos do fato;
Ø narrativa etnográfica – incide sobre o contexto em que ocorreu a experiência e a observação dos fatos;
Ø narrativa terapêutica-criativa – na qual tomamos consciência do nosso eu, dos nossos sentimentos e pensamentos em relação ao duplo vinculo eu e o outro;
Ø narrativa introspectiva – nos interrogarmos sobre o que fizemos, sobre nossa única responsabilidade.

A reflexão dos dados leva ao desenvolvimento profissional do professor, a fim de que possa construir sua própria forma de se conhecer, bem como de seus alunos. Esta prática desenvolve novos raciocínios, novas formas de ver a situação, de pensar sobre ela, compreender e só então agir e equacionar os problemas.


A prática surge de nossa capacidade de não temer os erros, mas consiste em tomar consciência dos mesmos e tentar novamente de modo diferente.


Construir uma prática-pedagógica eficiente requer integração de competências, levar em consideração as Múltiplas Inteligências, a Inteligência Emocional, os estilos cognitivos de aprendizagem.

O modelo pedagógico educacional não pode ser mais de fora para dentro, imposto, autoritário, a competência está em ver pelos olhos do aluno, aprender a aprender como o aluno, falar a linguagem que o aluno fala, ouvir como o aluno ouve para depois ir modificando, interferindo a cada aspecto na medida do possível.

Passamos vários anos falando das teorias da aprendizagem sempre enfocando o educando: o aluno e as teorias de aprendizagem, os fracassos do aluno, as dificuldades de aprendizagem, os problemas culturais, os métodos, estratégias, didática de ensino, planejamentos, objetivos, avaliações, critérios, como o aluno deve aprender, como devo ensinar, etc...

Hoje precisamos questionar quem é o professor, falamos de uma relação com mão dupla, dinâmica. Vamos tentar refletir sobre alguns questionamentos:

Por que resolvemos ser professor? Como chegamos a profissão de educador? Quais nossas expectativas?Como está nossa formação e investimento profissional? O que significa ser educador/professor? Como nos tornamos professores nos dias de hoje?

Como ensinamos? Qual nossa história? O que pensamos sobre educação ? Quais são nossas dificuldades e facilidades na prática educacional pedagógica? O que temos pensado como proposta de mudança? Estamos atualizados? Como anda nossa auto-estima?

Como nos vemos no papel de profissionais da educação? Temos valor? Nos sentimos sendo importante, com valor? Por que um aluno se comporta de uma maneira com um professor e não com outro e vice-versa? Por que um professor tem mais facilidade em uma disciplina ou disciplinas do que outros?

Percebemos o quanto nós temos pré-conceitos em relação há alguns alunos?
Estamos falando de vínculos afetivos, de relações humanas, de capacitação profissional, ética, direitos humanos, qualidade de vida, valores,..

Notamos que o afeto vem sempre primeiro, só depois a teoria. Poderemos ter a melhor teoria, seremos os melhores profissionais em tese, mas se não estabelecermos vínculos suficientes, confiáveis com o educando nada será possível, nada será aprendido, nada será construído, porque se quer conhecemos a nós mesmos!

Uma prática reflexiva permite a interação harmoniosa entre a teoria e a prática, leva a construção de saberes, diminui a distância entre da teoria e a prática, permite a circularidade de informações, questiona, derruba a teorização, mas dá muito trabalho, por isso são poucos que obtem sucesso em sua sala de aula.

Para de se lamentar e procuram saídas diferentes, articulação de um conjunto. O professor que acredita que a mudança está somente na suas mãos está ultrapassado, a questão está exatamente na união de todas as mãos, no pensar coletivo.

Avaliando os resultados das observações:

Abertura do olhar: desejo em ouvir outras opiniões sobre o aluno, levantar possibilidades de intervenção, admitir a possibilidade de estar errando na intervenção, mesmo acreditando que sua pratica é considerada como certa para alguns, talvez para aquele aluno não sirva.


Responsabilidade: o aluno deve ser considerado como um todo, não um recorte de uma realidade educacional. Esta atitude implica em responsabilidade, investigação, solicitação de auxilio para entender o que se passa com o aluno e consigo mesmo. Compromete a relação pois esta sendo co-responsável por uma vida humana. Registrar e documentar as tentativas e intervenções realizadas para ajudar o educando.


Objetivos Coerentes: saber determinar o que pretende alçar com a intervenção. Precisar de forma clara o que espera com a estratégia de atividade, ou solicitação de ajuda: Para que?, Por que? O que pretende?


Predisposição para Mudança: dissolver os preconceitos que envolvem a queixa inicial , podendo ser o comportamento ou a dificuldade do aluno, procurar informa-se a respeito, ter curiosidade, energia, capacidade de renovação, pedir ajuda, lutar para quebrar a rotina massificadora do sistema educacional.


Subsídios necessários para ajudar o aluno: traçar as metas de intervenção, solicitar ajuda, encaminhamentos, acompanhar os encaminhamento, fator tempo suficiente estabelecendo intervenções a curto/médio /longo prazo e questionar os resultados possíveis e esperados.

A fim de entendermos uma postura antecipatória ou preventiva precisamos reconhecer a validade ética de certas práticas e crenças como meio de restituir ao professor o seu papel de mediador. Por isso a relevância de entender as forças sociais, culturais e políticas que tem vindo a moldar o ensino e que impedem os professores de mudar as praticas enraizadas.


Questionando os porquês dos nossos atos e do nosso ser, começaremos a vislumbrar a natureza das forças que nos levam a agir.


Só compreendendo a complexidade da sala de aula é que se pode relacionar depois a prática com seus valores educativos. Também devemos atentar para levar em consideração os vários estágios de desenvolvimento humano, que não correspondem às faixas etárias do educando, mas a sua capacidade de lidar com seus afetos e o mundo que o interage.


Aprender é reconstruir, remodelar, criar, imaginar, integrar o novo no conhecido. Pela reconstrução das nossas crenças, o educador vai alterar sua prática, percebendo que o ensino é uma realidade mutável e que pode ser contestado em sua essência.


Acreditamos que a reconstrução da imagem do ensino, presente nas particularidades do professor mais humano, ético, capaz, ganharemos gradualmente mais crédito, mais qualidade na política pública.


Aos poucos o pensamento vai se transformando em ação, o mental em manual e o professor em investigador e mediador, assim contribuiremos para uma mudança do panorama escolar, mesmo que seja apenas na minha sala de aula, já é o primeiro passo.


Para continuarmos nossa dialética de reflexão encerro deixando estas questões para pensarmos:

Ø Que tipo de pessoas a carreira do magistério atrai?
Ø Qual é o seu tipo de perfil como educador?
Ø E de sua escola? De sua região?
Ø Estaríamos falando de vários tipos de educadores?
Ø Ou de várias competências?
Ø De que instituição escolar estamos falando?
Ø Quem a escola representa?
Ø Para quem a escola serve?

“Nenhuma história de vida poderá ser escrita sem a presença de mãos sensíveis e amigas, que se estendam em nosso encontro.”

quarta-feira, 22 de julho de 2009

CONTRA A EXCLUSÃO: precisamos da sua ação imediata


Caríssimos

Os defensores da exclusão estão bombardeando o MEC para não homologar a resolução que garante o direito de todas as crianças com deficiência nas escolas comuns.

Precisamos imediatamente contrapor esse movimento e garantir que a Constituição, a Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência e o futuro dos nossos filhos seja garantido.

Por favor, enviem o seu apoio à Homologação da Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação para :

gm-chefia@mec. gov.br

gm-chefia (arroba) mec.gov.br


(Texto sugerido, por Fabio Adiron)

Exmo Sr. Fernando Haddad Ministro da Educação
Nós, abaixo-assinados, cidadãos brasileiros, entidades em defesa das pessoas com deficiência, organizações sociais e educacionais, solicitamos ao Ministério da Educação a imediata homologação da Resolução No. 13 doConselho Nacional de Educação, um avanço inequívoco em direção a uma sociedade justa, inclusiva e com cidadania para TODOS. Acreditamos que a educação inclusiva é base para a autonomia e para a vida independente e consideramos que o direito todo aluno de estudar na classe comum da escola regular é um direito dele; constitui obrigação da família, da sociedade e do Estado. A proposta de manter a educação segregada para crianças, adolescentes e jovens implica em abrir mão de um direito constitucional, dispondo de um direito que, por natureza, é definido como indisponível. Falar em educação não implica tratar apenas do hoje, mas também do amanhã edo futuro de pessoas com deficiência que um dia deixarão de ser alunos e que devem ter o direito de viver em sociedade e fazer suas próprias escolhas. Devem também ter direito de acesso aos apoios quando necessário, à saúde, à cultura, ao trabalho, ao lazer, ao envelhecimento com dignidade e ao pleno exercício da cidadania. Lutamos e exigimos que na escola comum as pessoas com deficiência sejam atendidas em suas especificidades. Mas não vamos consentir que, sob o pretexto das “dificuldades do convívio e de apoios, da falta de capacitaçãoe da dificuldade de aprendizado" e até mesmo de possíveis falhas – considerando que esta é uma mudança de paradigma para a escola e a sociedade - que os retrocessos aconteçam, com a tentativa de manter a política desegregação. Entendemos a importância do Atendimento Educacional Especializado, fortalecido pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que acontece necessariamente no contraturno atendendo às especificidades dos alunos com deficiência, assim como o Parecer nº 13/2009, que fortalece ainda mais o AEEe a Educação Inclusiva, direito indisponível e inquestionável garantido pela Constituição Federal nos art. 205, 206 e 208 e pelo art. 24 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil através do Decreto legislativo 186/2008, com status de emenda constitucional. É importante considerar que, assim como a sociedade, a escola deve servir atodos (as) e levar em conta que a educação é essencial na vida de qualquer pessoa, bem como a convivência e o rompimento das barreiras do preconceito que os alunos com deficiência enfrentam. Quanto menor o convívio, mais aspessoas com deficiência serão consideradas como "especiais", que pertencem aum mundo à parte. Agindo desta forma, mais dificuldades deixaremos comolegado para seu futuro, quando não mais estaremos presentes. Acreditamos que é justamente para evitar discriminar e segregar que a nossa Lei Maior garante esse direito que se traduz em dever para a família, sociedade e Estado, assim como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda Constitucional garante a inclusão plena para pessoas com deficiência desde oseu nascimento. Defendemos a inclusão total e incondicional de todas as pessoas em todos os contextos sociais e o direito de serem beneficiárias dos bens públicos e privados. Defendemos o processo de transformação da sociedade para atender asingularidade humana e a pluralidade cultural, o que implica em rupturas e mudanças políticas, econômicas e sociais. Defendemos a cultura da diversidade em oposição a cultura do preconceito, com base nos direitos humanos fundamentais de igualdade, participação, solidariedade e liberdade. Defendemos a cultura da diversidade na educação não como busca do melhormodelo educativo individual ou de adaptações curriculares, mas da construção de sistemas educacionais inclusivos que assegurem o acesso e a permanênciade todos como resultado da qualidade social da educação. Defendemos a educação como um direito de todos e dever do Estado, seja esseo provedor dos serviços educacionais ou o fiscalizador dos serviços prestados por entidades privadas. Defendemos a gestão democrática e controle social em todas as instâncias dos sistemas de ensino e nas unidades escolares. Defendemos que a educação escolar é o instrumento fundamental dedesenvolvimento individual, social, cultural, político e econômico do país para garantir o exercício da cidadania. A SEESP/MEC cumpre com a sua obrigação ao entender, compreender e definir o Atendimento Educacional Especializado de acordo com a Constituição Federal de 1988 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em benefício dos 25 milhões de brasileiros com deficiência e suas famílias.

domingo, 12 de julho de 2009

AUTISMO DOWLOAD DE MATERIAIS, SEXUALIDADE, IRMÃOS E MUITAS INFORMAÇÕES



Autismo é Tratável, há Esperança. Com Deus fica muito mais facil!
http://health.groups.yahoo.com/group/autismoesperanca/

No grupo vamos falar de todos os assuntos deste quebra cabeças, NÃO ESTAMOS recomendando nada, apenas apontamos o que esta disponível.
É um grupo dedicado aos *PAIS* que estão em busca de tratamentos para crianças autistas usando tambem Interenções Biomédicas.
Se você está confuso sugiro que leia os livros "O Quebra Cabeças do Autismo" http://autismoemfoco.googlepages.com/APOSTILAOQUEBRACABEASDOAUTISMO.pdf da Dra. Amy Yasko, "Tratamentos Biológicos para Autismo e PDD" do Dr. William Shaw, "Children With Starving Brains" da Dra. Jacquelyn McCandless e "Evidence of Harm" de David Kirby estes livros vão ajudar na sua decisão.
Estaremos discutindo diferentes protocolos para tratar o autismo. Vamos tratar todos com respeito e concordar em discordar com classe. Nossos membros acreditam que precisamos dar atenção aos problemas INTERNOS das nossas crianças provendo a estes as melhores terapias externas disponíveis.
Acreditamos que injetar MERCÚRIO nas nossas crianças é errado. PONTO. Não somos contra vacinas mas que sejam seguras, mais pesquisas sao necessárias.
Acreditamos que se usarmos somente terapias externas como ABA estamos negando um futuro melhor a nossas crianças.
Queremos TRATAMENTO imediatamente, não cuidados paleativos. Somos lutadores. Intervenções biomédicas nos Estados Unidos e Europa já incluem: quelação, dieta, suplementos, tratamento contra vírus, HBOT, NAET (alergia), Terapia Ocupacional, Fono, quiropratas e homeopatia.
Balanceamento Muscular: Ignez L de Carvalho.
Médica: Simone Pires.Moderadoes: Airto Madalozzo, Claudia Marcelino,Ignez de Carvalho, Maria Tenduline.
Agradecimento ESPECIAL: Cláudia Marcelino, este grupo não poderia existir sem o seu esforço, sua dedicação e seu imenso conhecimento.

MATERIAIS SOBRE AUTISMO DOWLOAD GRATUÍTO:
INFORMAÇÕES, EDUCAÇÃO, SEXUALIDADE, IRMÃOS, DIETA....

Como não temos muito material disponível sobre tratamento médico X autismo no Brasil, procuramos sempre por materiais educativos e de qualidade para ajudar a todos.
Esse material, é uma coletânea de matérias encontradas na internet, revistas especializadas e outros meios, que abordam o tema: Medicina e Autismo.
Um trabalho conjunto de pais participantes do grupo de discussão sobre autismo no yahoo:

AUTISMO ESPERANÇA
http://health.groups.yahoo.com/group/autismoesperanca/
1) APOSTILA COM COLETÂNEA DE TRADUÇÕES:
ApostiladetraduesdaADEFA.doc
2) TIME MAGAZINE - JUNHO DE 2006 - POR DENTRO DA MENTE AUTISTA:
TimeMagazinejunho2006.rtf
3) O QUEBRA-CABEÇAS DO AUTISMO - MATERIAL SOBRE EDUCAÇÃO DA ASA - AUTISM SOCIETY OF AMERICA:
APOSTILAOQUEBRACABEASDOAUTISMO.pdf
4) CONSTRUINDO O NOSSO FUTURO - OUTRO MATERIAL SOBRE EDUCAÇÃO DA ASA - AUTISM SOCIETY OF AMERICA:
CONSTRUINDOONOSSOFUTURO.pdf
5) VIVENDO COM O AUTISMO - GUIA PARA CRIANÇAS TÍPICAS - MATERIAL DA ASA:
VIVENDO_COM_O_AUTISMO_-_GUIA_PARAS_C.pdf
6) VIVENDO COM O AUTISMO - IRMÃOS - MATERIAL DA ASA:
VIVENDO_COM_O_AUTISMO_-_IRMOS.pdf
7) VIVENDO COM O AUTISMO - PUBERDADE - MATERIAL DA ASA:
VIVENDO_COM_O_AUTISMO_-_PUBERDADE.pdf
8) APOSTILA: INTERVENÇÃO NUTRICIONAL NO AUTISMO - DIETA: COMO E PORQUE FUNCIONA POR CLÁUDIA MARCELINO:
p_q_fazer_dieta.pdf